Live Marketing

live marketing, live, marketing, Live mkt, live, mkt, Marketing Promocional, marketing, promoções, eventos, feiras, stands, , marketing , agencias de marketing, mkt promo, live marketing

Mostrando postagens com marcador Associação de Marketing Promocional. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Associação de Marketing Promocional. Mostrar todas as postagens

AMPRO inicia Pesquisa de Cargos e Salários

Como parte do plano de trabalho para 2010, a AMPRO, Associação de Marketing Promocional, prepara a elaboração de uma Pesquisa de Cargos e Salários em benefício dos associados. O objetivo é auxiliar as agências de marketing promocional no momento da contratação de novos profissionais. “Todas as agências sentem dificuldade na hora de contratar, especialmente na definição correta do cargo do profissional e de suas reais atribuições. O trabalho que queremos desenvolver é de primeira necessidade.”, afirmou Marcelo Lenhard, diretor de Comunicação da AMPRO e responsável pela condução da pesquisa, em reunião plenária da entidade na última terça-feira.

De acordo com a diretoria, a pesquisa já está em andamento, mas está em fase inicial e as agências ainda podem colaborar com sugestões. Os associados interessados em participar ou sugerir devem entrar em contato com a AMPRO por meio do telefone (11) 3815-9998 ou e-mail diretoria@ampro.com.br .

Ampro apóia pesquisa de mercado da GPTW

Pela primeira vez, as agências de comunicação brasileiras serão avaliadas separadamente entre as melhores empresas para trabalhar
A AMPRO - Associação de Marketing Promocional é uma das apoiadoras da Great Place to Work Institute Brasil no levantamento sobre a melhor agência de comunicação para trabalhar no País. A proposta é pesquisar agências de comunicação com mais de três anos de existência e mais de 30 empregados (estão inclusas as que atuam com funcionários que recebem por nota e também estagiários).

As inscrições já estão abertas até o dia 30 de março e as agências associadas à AMPRO podem participar gratuitamente. Mais detalhes pelo telefone (11) 3093-7771 ou no site www.gptw.com.br/melhores2010

Ampro discute autorregulamentação de publicidade nas praias

Marcas exploram guarda-sóis e cadeiras de praia na orla; prefeituras têm regras próprias
Não é de hoje que as marcas têm presença nas praias dos cerca de 8,5 mil km de litoral brasileiro. Afinal, principalmente durante o verão, essa é uma boa oportunidade de se mostrar enquanto o consumidor está em momento de lazer. “A questão é: se tirarem as marcas da praia, quem vai pagar a conta?”, questionou Guilherme de Almeida Prado, presidente da Ampro (Associação de Marketing Promocional).
Para se antecipar a uma possível sanção drástica do poder público, a associação tem discutido internamente uma autorregulamentação. “O nosso grande desafio é como conseguir fazer as regras valerem. No caso do Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária), eles têm como aliados os veículos. Se uma campanha é julgada imprópria, eles notificam os veículos, que as tiram do ar. Mas na promoção é mais complexo, porque temos uma grande quantidade de diferentes mídias”, argumentou Prado.
Atualmente, o que o setor tem feito é participar das consultas públicas promovidas pelo Poder Público quando surge alguma discussão sobre a regulamentação da promoção. “A proibição é sempre o caminho mais simples. O problema se resolve, mas tem consequências graves”, disse o presidente da Ampro.
Prado deu como exemplo os campeonatos de vôlei de praia e futebol de areia. “Se proibirem exibição de marca na praia, acabam os campeonatos. Que marca vai patrocinar um evento se não pode ter seu logo exibido?”, questionou.
Outra prática comum das marcas é apoiarem as barracas ou quiosques na orla. Elas fornecem guarda-sóis e cadeiras para que eles possam prestar um serviço mais qualificado ao cliente. “Tem o lado positivo. Antes era tudo improvisado. Com o apoio, está tudo mais bem acabado. Em alguns casos, a barraca teria apenas 30 mesas, mas com o apoio pode aumentar para 60 e assim melhorar o lucro. O que precisa é limitar para não haver abuso. Mas o mais beneficiado é o barraqueiro”, disse Prado.
Legislação
A ocupação das praias é de responsabilidade da SPU (Secretaria do Patrimônio da União), ligada ao Ministério do Planejamento. “Não existe uma regra específica para a publicidade. A legislação fala de eventos com uma certa duração. Quando existe interesse comercial, é preciso requerer autorização por meio de um processo”, explicou Auto Oliveira, coordenador geral substituto de apoio ao desenvolvimento local, da SPU. Na prática, isso quer dizer que qualquer espaço que será usado na praia precisa de uma prévia autorização da União. Isso serve tanto para a realização de eventos quanto para a utilização do espaço para venda de produtos e prestação de serviços, como barracas com cadeiras e guarda-sóis. “Normalmente o processo discrimina tudo isso: quantas cadeiras, qual a área ocupada etc”, contou Oliveira.
Algumas prefeituras têm as suas próprias regras quanto à presença de publicidade na orla. É o caso de São Sebastião, cidade onde ficam as praias mais badaladas do litoral norte de São Paulo, como Maresias e Cambury. Segundo a assessoria de comunicação do município, de acordo com a Lei de Posturas Municipais, toda a exploração de marca comercial nas praias é tributada. As empresas que quiserem divulgar os seus nomes  entre o mar e a areia precisam entrar com um projeto na prefeitura especificando qual será a mecânica do evento que pretendem promover, por exemplo. Se não fizerem o procedimento antes do acontecimento, correm o risco de terem  todo o material apreendido.
A prefeitura não divulgou números nem nomes, mas informou que dezenas de marcas já entraram com projetos de divulgação nas praias de São Sebastião para esta temporada.
Para tentar manter a praia dentro do controle, durante o verão a prefeitura de São Sebastião aumenta consideravelmente a ação dos fiscais nas mais de 30 praias do município. (por Cristiane Marsola)
Rio de Janeiro organiza orla
Um projeto-piloto que ocupa as praias do Arpoador ao Leblon deu nova cara à orla carioca. Desde dezembro, foi extinta a publicidade ostensiva em guarda-sóis nas areias dessas praias do Rio de Janeiro. E nos isopores e tendas também. Agora tudo está uniformizado.
Em dias de praia lotada, um mar de guarda-sóis amarelos e cadeiras vermelhas toma conta da areia.
As tendas dos vendedores de bebidas são brancas e só podem ser montadas e desmontadas em horários pré-definidos. Nada de exposição de marcas.
A nova lei que quer banir a publicidade ilegal atinge também a prática de esportes como o frescobol, a venda de bebidas em garrafas e o tradicional mate em galão.
Os ambulantes estão sendo recadastrados para que possam vender seus produtos nas areias cariocas. Para manter a ordem, a fiscalização está marcando presença, fazendo valer as regras novas e as antigas, que eram ostensivamente desrespeitadas. A ideia da Prefeitura é que o projeto se estenda rapidamente para outros pontos da orla.
Para que um anunciante promova alguma ação na orla, a Secretaria da Ordem Pública tem que autorizar. (por Teresa Levin)

Marketing promocional deve ter auto-regulamentação, dizem representantes do setor

Em debate na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) sobre projeto que regulamenta a propaganda de alimentos, o vice-presidente da Associação de Marketing Promocional (Ampro), Auli de Vitto, disse estar de acordo com a adoção de medidas para proteger os direitos da criança. Ele afirmou, contudo, haver discordância em relação à forma como esse processo está sendo conduzido e apresentou sugestões da entidade.
Entre suas propostas está a criação de um conselho de auto-regulamentação, a ser integrado também por representantes de grupos sociais, para fazer a interface entre a sociedade e as empresas. As penalidades deverão ser aplicadas pelas autoridades próprias. Segundo informou, na União Européia, de 2005 a 2009, o trabalho de grupos que se uniram para auto-regulamentar a atividade trouxe resultados positivos, como a redução de 93% na comunicação de produtos não nutricionais.
Na discussão na CAS sobre o PLS 150/09, da senadora Marisa Serrano (PSDB-MS), o executivo sugere também que empresas fabricantes de produtos não nutritivos destinem parte de seus lucros para a educação infantil. Outra sugestão é a sinalização educativa em todas as peças de publicidade de alimentos.
Vitto informou que o setor compreende que a obesidade decorre de múltiplos fatores, não podendo ser atribuída apenas à publicidade. Ele observou, ainda, que os produtos alimentícios, antes de colocados no mercado, são previamente aprovados por órgãos competentes, estando, portanto, em condições legais. Ainda em sua avaliação, a supressão da publicidade não a divulgação dos produtos por meios alternativos, como a internet. A entidade defende também a importância da liberdade para formulação do senso crítico da criança.
Ele apresentou informações dando conta que em localidades como Quebec, no Canadá, onde houve restrição à propaganda de alimentos prejudiciais à saúde das crianças, não houve alteração no que se refere à obesidade, quando se considera o restante do país.
Ainda segundo Vitto, há dificuldade de que a legislação abarque, por exemplo, a concessão de brindes virtuais e as campanhas promocionais realizadas rapidamente na internet. O âmbito da atividade promocional, conforme explicou, é muito complexo e de difícil controle.
Controle
O diretor-executivo da Associação Nacional dos Fabricantes de Produtos Promocionais (Approm), Wagner Federico, disse acreditar que a legislação brasileira na área de direito do consumidor tem avançado muito e já é suficiente. Ainda em sua avaliação, a velocidade de mudança tecnológica tem trazidos inovações para a área promocional que dificultam o controle legal.
Ele criticou, contudo, tentativas de diferenciar na legislação os diferentes nichos de publicidade, sobretudo o setor de brindes que, em sua opinião, não pode ficar como o "vilão" dessa história e deve ser avaliado do mesmo modo que a propaganda na TV, por exemplo.
Federico disse apoiar também a proposta de criação de um conselho de auto-regulamentação para responsabilizar os integrantes do setor por condutas promocionais inadequadas. Ponderou, contudo, que a ciência é dinâmica e que se muda constantemente o que é considerado prejudicial ou benéfico para a saúde.
Do mesmo modo que o vice-presidente da Associação de Marketing Promocional, Federico defende a campanha educativa como forma de melhorar o consumo da população. Ele disse considerar, no entanto, que o projeto foca de modo "exacerbado" na saúde da criança. Em sua opinião, deveria ser conduzido como uma proposta que abrange a saúde de toda a população.
Argumento do qual discordou a presidente da CAS, senadora Rosalba Ciarlini (DEM-RN). Ela reforçou haver a preocupação com a saúde de todas as faixas etárias, mas ponderou que a criança precisa de um enfoque especial porque não tem condições de discernimento.

AMPRO - Associação de Marketing Promocional elege diretoria para 2010/2011


Durante Assembleia Geral realizada na 2ª, 9/11, em sua sede, em São Paulo, a AMPRO – Associação de Marketing Promocional elegeu a nova diretoria que assumirá a gestão da entidade para o biênio 2010/2011. O novo presidente nacional da AMPRO será Guilherme de Almeida Prado, sócio-diretor da Plano1. Também integrará a nova diretoria nacional o diretor da JF Promo, de Curitiba, Júlio Feijó Neto, que permanece no cargo de vice-presidente de Desenvolvimento Regional da Associação.

Foram eleitos também os novos presidentes dos capítulos regionais da AMPRO. André Dihl, diretor da agência Locus Promoção & Marketing, será o presidente da AMPRO – Capítulo PR e SC durante 2010 e 2011. A cerimônia de posse da nova diretoria será no dia 15/12. A diretoria completa e outras informações podem ser conferidas no site www.ampro.com.br.