Live Marketing

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PROMOTORAS: BELEZA, INFORMAÇÃO E VENDA

Aconteceu, de 08 a 10/04, no Expo Convention Center (Pinhais/PR) a feira Mercosuperuma iniciativa anual da Associação Paranaense de Supermercados (Apras) para promover a geração de negócios entre supermercadistas e fornecedores.

O evento gerou mais de 4,5 mil empregos. Entre o live marketing, vale destacar a notória presença das promotoras, que com seus sorrisos encantadores, gestos simpáticos, estiveram sempre prontas para levar todas as informações das marcas que representavam, dando um show de beleza à parte em meio a diversos produtos.
Confira nas imagens abaixo um pouco da beleza que esteve presente na Mercosuper 2013.



Fonte: Promoview

Deu a louca no Marketing


Tirei uns dias para ler textos sobre o Marketing. Li uns livros, algumas aulas antigas, zapeei pelo mundo virtual porblogs e sites e cheguei à conclusão de que “deu ruim” – como diz o Ronan, meu filho, estudante de Comunicação e redator, como eu.
Desde as Universidades, onde os alunos (mal) formados em Marketing caem no mercado – em especial nos clientes (ai, que medo!), com um discurso démodé dos tais “P”, quando os “C”, esses sim, talvez, digo talvez, hoje em dia, façam algum sentido – entabulam discursos inócuos, intimidam-se e perseguem qualquer um (colega, fornecedor, profissional de Comunicação de Agência etc.) que questione sua “competência” com posições mais claras, mais reais, longe do que dizem as “bíblias“ de Marketing e os professores fajutos.
Fazem qualquer coisa, ética ou não, para manter posição, já que os “caras” de compras e suprimentos já mandam neles mesmo.
Na frase de um anônimo, que retirei do texto de Donizeti A. De Paula, executivo de Marketing, professor e jornalista “Há cinco tipos de empresas: as que fazem as coisas acontecerem; as que acham que podem fazer as coisas acontecerem; as que observam as coisas acontecerem; as que admiram o que aconteceu e as que não sabem que algo tenha acontecido”, me veio a inspiração para esse texto.
Onde está a PRAÇA, no sentido físico que lhe deram em essência, se o meio digital existe? Como fundar no PREÇO a ideia da competitividade que hoje está mais forte na marca? Onde está o PRODUTO, em sua essência de valor, num mundo de consumidores que buscam muito mais que tê-lo ou usá-lo?
Por fim, restou a PROMOÇÃO. Essa talvez tenha resistido e tomado forma na amplitude que ganhou o marketing promocional, mas, mesmo assim, não rola a ideia idiota do “compre 2 e leve 3”, “compre um vaso e ganhe a flor” ou “Não perdam!” (sic), como já vi por aí.
Os “C”s de Mac Carthy possivelmente ainda tenham sentido (Consumers Wants and needs, Cost To Satisfy, Convenience to buy, Communication) e bem podem ser definidos num paralelo de “P”s e “C”s assim: os desejos, aspirações e necessidades do consumidor/produto; o custo equivalente ao valor intangível do produto que satisfaça o consumidor/preço; a conveniência e facilidade para a compra/praça, e, por fim, a forma de comunicá-la face-to-face/promoção.
Academicismo legal para fomentar conteúdo e formação. Letal e fatal para se levar como discurso pronto para reuniões, para a empresa, e, por fim, para o mercado. Porque para fazer com que as coisas aconteçam na sua empresa tem-se que ser original, tem-se que inovar; os achistas normalmente conhecem os “P” e ficam neles; os observadores são os covardes que esperam para ver se alguém faz ou traz alguma coisa que dá certo, e são elogiados pelos chefes, para dizer o famoso “fui eu”; os que trazem para as reuniões coisas geniais que os outros fizeram, admirado delas, sem tentar fazer algo que as supere, são os incompetentes; e os que não sabem o que aconteceu são os intelectuais de plantão, aqueles que sempre discursam com base em algo que fizeram há anos e tentam viver do currículo, são os covardes que usam os outros, donos dos pequenos poderes.
Você conhece essas empresas e esses profissionais? Seu cliente se insere num desses quadros? Você se viu por aí? Sem problema. Tudo pode mudar se você entender que o Marketing não tem p, c, r, z, letra nenhuma a defini-lo. Melhor, tem duas: o G e o V.
Porque Marketing se faz no dia a dia, na percepção das pessoas, nas ruas, nas praças, na internet, na TV, em casa, nas conversas de bar, e, claro, nas Universidades, onde a construção do conhecimento é o que vige, e não os tablets ou festas.
Marketing é gente. Marketing é vida. E isso não tem preço, mas tem valor, é produto imperecível, que em qualquer praça faz sucesso porque promove a relação que move o nosso mundo. Esse mercado é nosso!
Fonte: Promoview

PROMOCITÁRIO SIM SENHOR! BELOW É O…

Parodiando o mestre José Victor Oliva, que há muito tempo já se posicionava sobre a importância de se tirar esse estigma maldito da tal linha babaca, nos seus “10 Mandamentos do Marketing Promocional”, esse texto é um misto de comemoração e preocupação.
Comemoração por já ter ouvido da boca de profissionais do mercado a afirmação, incisiva e orgulhosa, ao serem questionados sobre sua atividade: SOU PROMOCITÁRIO! E de ter visto um deles colocar na ficha de check-in de um hotel, no espaço reservado para a profissão, essa linda e sonora palavra, como já faço há algum tempo.
Preocupação, que beira a indignação, com uma avalanche de textos por aí, falando doMarketing Promocional e dos Promocitários com a autoridade de um Mamute dissertando sobre tecnologia digital.
Tá bom, somos bola da vez em tudo quanto é veículo, em especial alguns que NUNCAdavam espaço para o Marketing Promocional, ignoravam nossas notícias, posicionavam-nos como “material de segunda”, agora aparecem com artigos, espaços e notícias “a rodo” da gente.
Tudo bem. Podia ser bom, mas o que tenho visto é gente despreparada falando besteira. É publicitário falando de Marketing Promo, como se entendesse, textos que discorrem sobre Ativação como se falassem de coisa nova e não de uma consequência da noção mais acurada do cliente quanto à comunicação integrada.
Afinal, o Marketing de Ativação se alicerça no posicionamento da marca – e de seu(s) produto(s) – de forma a tornar tangível ao consumidor seus conceitos e valores. E quem faria isso se não nós, do Marketing Promocional que falamos face-to-face com quem interessa?
Sempre foi assim. Quem lê o Promoview há seis anos sabe disso. Aqui, nesse espaço, encontrei os textos e informações de grandes personalidades como o Oliva, De Simoni, Elza Tsumori, Kito Mansano, Gilberto Strunck, e tantos outros, gente que sabe, entende e dá aula de Marketing Promo, que me ajudaram a entender melhor nossa área. Aqui vi acolhido um mercado que não tinha voz, espaço e era tratado com indiferença, poder mostrar ao que veio, com talento, capacidade e conhecimento. Gente diferenciada.
Mas, hoje, além de todo mundo fazer Marketing Promocional, parece que todo mundo entende do assunto. Que é fácil fazer o que fazemos, que blá, blá, blá funciona. Enfim!
Vi textos de gente nossa nos anunciar como below, que fala do nosso mercado como se ele estivesse parado e a Ampro não tivesse feito nada nesses últimos oito anos (não deve ser associado a ela.), que não sacou que a gente sabe muito bem que somos estratégicos e o que podemos fazer e onde podemos chegar.
Mas, que os veículos para os quais muitos deles escrevem é que insistem, com matérias e artigos como os deles, confundir o cliente, este sim confuso mesmo, porque o que ele conhece de notícia e formação (e informação) só fala de Publicidade e Propaganda, quando muito de Marketing.
BTL é o … Nós somos COMUNICAÇÃO de ponta, integrada, full, dinâmica, viva e competente. Se queremos nos valorizar, temos que mostrar nos veículos, aqui ou em qualquer outro, nossas conquistas, cases e resultados.
Convoquem as agências e os seus clientes a lerem o Promoview, procurarem conhecer oAnuário de Marketing Promocional, filiarem-se ou conhecerem a Ampro, inscrevam-se no Globes.
PROMOVAM o Marketing Promocional. Falar ou fazer diferente disso é prestar um desserviço ao mercado e ao trabalho de profissionais brilhantes, Agências maravilhosas, da Ampro e do Promoview, que, ao longo dos anos, mostraram o que é ter Promo no DNA e no nome. Porque se você não sabe entender ou fizer isso, desculpe, mas está na área errada mesmo.
Não se enganem. Ainda hoje, é o Promoview o veículo que nos divulga. A Ampro quem nos representa. E PROMOCITÁRIO, nossa atividade profissional. É certo que, premidos pelo aumento da verba do cliente para nosso mercado, quem só falava de publicidade nos dará espaço, que surgirão novos veículos, agências e profissionais com nosso sobrenome, que falarão em nosso nome…
Beleza. É normal, salutar, democrático, esperado, afinal estamos em evidência, falem mal, falem “merda”, mas falem da gente. Vão reclamar de mim, porque falo demais, sou grosso, não entendo que não sou dono do Marketing Promocional, que isso, que aquilo, que aquilo outro.
Tá, eu relevo, aceito e reconheço que me excedo. Mas se eu ler mais uma vez um desses textos que nos colocam embaixo de qualquer coisa que seja, me desculpem os leitores, mas vou gritar bem alto:
BELLOW É O…. tá editor, entendo… BELOW É A MÃE!
FontePromoview

Pode ser... Coca? Promoção da Pepsi falha na logística e acaba em algumas horas.

Neste último final de semana (10 e 11 de setembro), a Pepsi realizou uma campanha de marketing promocional que provavelmente deveria impulsionar as vendas e tentar trazer mais clientes para sua marca. Mas infelizmente o que se viu foi um #Fail digno de medalha nas redes varejistas pelo Brasil.

A ideia era que ao comprar uma Pepsi, valendo também as versões light, twist e twist zero e abrangendo todas as embalagens, o cliente levaria outra igual de graça! Ótimo, não!?


Claro... Se houvesse estoque!

O que se viu foram inúmeros casos de insatisfação em estados como Rio de Janeiro e Paraná, pois a quantidade de bebidas que teoricamente deveria ser suficiente para os dois dias de promoção, se esgotou em poucas horas ainda no sábado. Em São Paulo, o PROCON-SP chegou a notificar a Pepsi para que explique qual foi a quantidade disponibilizada e como pretende atender os milhares de clientes indignados que só encontraram prateleiras vazias.

Pode ser Coca?
Por ironia do destino, mesmo sendo uma visível falha logísita da Ambev, muitas redes varejistas tentaram contornar a situação para acalmar os clientes insatisfeitos oferecendo-lhes produtos da Coca-cola, em dobro.


E a Pepsi?
A Pepsi se manifestou dizendo que a demanda superou em muito suas expectativas de vendas. Mas vamos ser sensatos: se uma promoção com dois dias de duração foi suspensa em poucas horas em vários supermercados devido à falta de estoque, seria falta de ambição, por não esperar tanta demanda e achar que não venderiam tanto? Ou falta de competência, por não prever melhor as vendas e não planejar direito a logística?

Mesmo assim devemos considerar alguns outros fatores para fazer justiça com a Pepsi, como o fato de que outros comerciantes devem ter se aproveitado para comprar Pepsi em atacado para seus mercadinhos, restaurantes, lanchonetes e afins. Na promoção estava claro que o limite de compras era de 24 unidades por CPF, mas sempre tem o “jeitinho” brasileiro e, bem, aí muda-se totalmente a história e nem dá pra aprofundar, porque surgiriam muitos outros esquemas e esse texto viraria um livro. Fica pra próxima... Pode ser?

Promoview avança ainda mais no conteúdo promo



O objetivo do Promoview é levar para você as principais ações de marketing promocional que acontecem no Brasil e no mundo e, desde 2006, quando iniciamos este trabalho, buscamos a constante atualização para apresentar as novidades diárias do mercado promo, em um layout que seja agradável para leitura em todos os formatos, reforçando nosso conceito: Promo no DNA e no nome.
Nesta segunda-feira (13/06), você recebe uma nova atualização, criada para atender o crescente número de acessos via dispositivos móveis, especialmente iPhone, iPad e utilizadores do sistema Android. A index facilita também os usuários de PC que têm agora acesso direto aos TOP 10 de todos os canais e categorias que fazem parte do universo promocional.
Nesta estreia, a nova index está fixada no maior evento do mercado de comunicação, o Festival de Cannes, que terá cobertura especial direto do Palais. Mas um simples clique + roll nas demais abas colocará você em contato com as mais de 50 notícias atualizadas diariamente.
Além desse show de informação segmentada, que visa exclusivamente auxiliar o seu trabalho no dia a dia, surge também Plus! uma nova seleção de conteúdos que foi criada, trazendo novos profissionais, que se somam aos articulistas que voce já conhece.
Estamos engajados para formar um nova geração com DNA Promo. Por isso, Tony Coelho assina o “Promocitários“, um espaço dedicado para incentivar e orientar quem está chegando ao mercado do marketing promocional.
O esporte e o vasto espaço que proporciona para ações promocionais precisava de um espaço exclusivo. E José Estevão Cocco, especialista em marketing aplicado ao esporte, pioneiro no marketing esportivo no Brasil, traz toda sua experiência para nossas páginas e será o responsável pelo “Promosports“.
A sustentabilidade e a responsabilidade social e empresarial não teriam o mesmo efeito se não fossem desenvolvidas com a utilização das ferramentas de marketing promocional. Por isso, o assunto ganha atenção mais que especial. “PromoVerde” surge assinado por ninguém menos que a editora Antonia Goularte, que mostrará as principais ações de sustentabilidade realizada pelas marcas ao lado das iniciativas criadas pelas empresas brasileiras do setor promo.
Nada disso seria possível sem as empresas que apoaim e acreditam nesta proposta, realizando campanhas por banner e pelo Promoviewer numa parceria que está cada dia mais forte.
Esperamos que você aprecie as novidades, no site ou pelo Twitter, Facebook e redes sociais, espaços para sua interação com a gente, mas também para críticas e sugestões, que serão muito bem vindas.

Bêbados são contratados em ação de marketing promocional

Muita coisa passa pela cabeça dos criativos do mundo. Mas esta é novidade: utilizar bêbados para promover um bar. A ideia foi colocoada em prática em Nova Déli, na Índia, para o bar First Floor, ou primeiro andar.
A ativação contou com a participação de sete homens verdadeiramente bêbados, segundo o estudo de caso, cada um segurando um painel e uma camiseta com os dizeres: “First Floor beer bar”, e a indicação do número de metros que faltavam.

 A ação chamou a atenção de muitos indianos que, incrédulos, pela primeira vez não puderam chamar bêbados de vagabundos – afinal, estes estavam realmente trabalhando e, o mais interessante, em uma ação de marketing promocional.
Fonte: Promoview

Promova realiza convenção da Vivo em Gramado

A Promova Mkt & Criatividade foi a agência de marketing promocional responsável pela Convenção Regional Sul da Vivo que reuniu lideranças da operadora de celular do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, entre 25 e 27/10 no Hotel Serrano, na cidade de Gramado (RS).


Foi uma convenção interativa entre os funcionários com aproximação e simpatia por parte de todos, afim de integrar as regionais. Construindo pontes internas facilitaremos  a construção de pontes com os clientes. A produção procurou passar isso em todos os momentos, na ambientação e nas mecânicas desenvolvidas para o evento, sempre  apoiando nos quatro pilares que permearam o encontro. Desta forma, os espaços ofereceram liberdade e mobilidade aos participantes que interagiram com as apresentações realizadas em um palco central e em quatro palcos laterais com os temas: Humana, Segura, Inteligente e Divertida onde cada pessoa pode acompanhar as arenas que mais lhe interessavam e podiam enviar SMS para fazer as perguntas aos palestrantes.



Para a platéia foram preparadas cadeiras, poltronas, pufs em várias densidades e texturas, dispostos de forma despojada, com capas nas cores institucionais da empresa, tudo harmonizado com a disposição dos banners com a logomarca do encontro aplicados nas paredes, em conjunto com as marcas apoiadoras



Além de uma produção com muitos detalhes no local do evento, a agência realizou  também o transfer dos participantes.
Cerca de 450 colaboradores do RS, SC e PR estiveram presentes na convenção.

Kotler: Uma visão humanizada do marketing e dos negócios

Durante a HSM ExpoManagement 2010, o guru do marketing, Philip Kotler defende a criação um novo patamar para as organizações: o Marketing 3.0

O desafio de fazer mais com menos é compartilhado em qualquer área ou segmento. Como no marketing não é diferente, a autoridade mundial em marketing e autor de 44 livros, Philip Kotler, aborda um novo olhar sobre o Marketing, na abertura do segundo dia da HSM ExpoManagement 2010.

Criador de conceitos como marketing social, mega marketing, entre outros, Kotler defende agora um novo patamar no mundo dos negócios: o Marketing 3.0, no qual as companhias realmente compreendem seus clientes e partilham dos mesmos valores. "Nesta fase, a empresa se preocupa com a situação do mundo e quer contribuir para um mundo melhor", pontua Kotler.

O acadêmico abre a palestra avaliando que entre o público presente na HSM ExpoManagement, 70% das empresas estão em um estágio de marketing 1.0, 25% já estão no marketing 2.0 e apenas 5% vivem a realidade 3.0. Mas esta realidade não é exclusiva do Brasil. As práticas de marketing estão evoluindo de forma gradativa.

Considerando que há 60 anos o marketing não existia, Kotler avalia que a mudança do marketing acompanha a evolução dos próprios mercados. Isto porque no passado, havia escassez de produtos, logo não havia a necessidade de uma estrutura de marketing, mas sim um ‘desmarketing', como o executivo caracteriza, ou seja, era preciso a redução da demanda.

De acordo com Kotler, as empresas que não acreditam no valor de um trabalho sustentável, acabam contribuindo para a sua inviabilidade no longo prazo. "Se negligenciarmos a sustentabilidade, voltaremos a era de escassez. Se não fizermos o que é certo, entraremos na era do ‘desmarketing'", posiciona-se.

Tendo a visão clara de que o marketing é a ciência de gerenciamento da demanda, Kotler acredita que o modelo tradicional tende a minguar com o tempo. Isto abre espaço para práticas de criação, comunicação e transmissão de valor aos clientes.

"O marketing 1.0 era centrado no produto; o marketing 2.0 era orientado ao cliente e agora o marketing 3.0 é orientado a valores", explica. Mais do que isso, o professor da Kellog diz que "estamos em uma era em que a cultura da sua empresa é o conjunto de valores que você representa aos seus clientes".

Mas o executivo alerta que não adianta querer seguir esta nova onda de evolução e partir de uma cultura 1.0 para a 3.0. "Isto é impossível", desencoraja Kotler. Para sair de um cenário em que mais do que vender, satisfazer e reter clientes, a empresa que deseja fazer um mundo melhor, precisa de uma mudança de comportamento. E um pensamento precisa ficar claro: "Sua empresa vende experiência e não produtos e serviços", proclama Kotler, como se fosse um mantra.

E para ajudar aos congressistas da HSM ExpoManagement 2010, Kotler lista as 8 características das empresas mais admiradas ao redor do mundo, do livro "A Bolha da Marca", que analisou 40 mil marcas durante 20 anos. São elas:

1. Alinham os interesses de todos os grupos de stakeholders.
2. Os salários de seus executivos são relativamente modestos.
3. Adotam uma política de "portas abertas" de acesso à alta gerência.
4. A remuneração e os benefícios de seus funcionários são elevados para a categoria; o treinamento de seus funcionários é mais longo; e a rotatividade da mão de obra é menor.
5. Contratam pessoas que têm entusiasmo pelos clientes.
6. Consideram os fornecedores parceiros legítimos, que colaboram para melhorar a produtividade e a qualidade e para reduzir os custos.
7. Acreditam que a cultura corporativa é seu maior ativo e sua principal fonte é a vantagem competitiva.
8. Seus custos de marketing são muito menores que os de outras empresas do setor e, ao mesmo tempo, a satisfação e a retenção de clientes são muito maiores.

Em resumo, Kotler defende que as empresas são amadas, porque seus clientes satisfeitos fazem a publicidade. "Se você cria um caso de amor com seus clientes, eles mesmos se encarregam por fazer a sua publicidade", conclui.

Posto móvel Vivo e Você no Parque promove empréstimo gratuito de livros.

Curitiba recebe o primeiro Biblioparque, projeto integra o programa Curitiba Lê. O projeto é composto por um veículo movido à energia elétrica e uma estrutura adaptada para acomodar livros. O espaço vai funcionar aos domingos, das 10h às 18h.


Patrocinada pela Vivo e operacionalizado pela Promova Marketing & Criatividade, a programação inclui sessões de contação de histórias, distribuição de marcadores de livros, cadeiras para crianças e adultos, pufs, ombrelones e mesas desmontáveis, além de desenho e pintura para a criançada.



A Promova também é responsável pela instalação de uma tela interativa que dá acesso à sinopse dos livros que podem ser emprestados e notebooks para navegação na internet. Junto ao Biblioparque, o público encontrará ainda um local para descarte de aparelhos celulares e baterias velhas.

 
Além da leitura no parque, quem quiser poderá emprestar os livros por 21 dias, de forma simples e sem burocracia. A devolução pode ser feita no próprio Biblioparque ou em qualquer uma das Casas da Leitura mantidas pela Fundação Cultural de Curitiba. O primeiro parque a receber o espaço foi o Barigüi, mas o projeto vai percorrer também o Bosque do Papa, Parque Tingüi, Parque Bacacheri e Parque São Lourenço.


Guia de Marketing Digital está disponível para download

 Cláudio Torres, palestrante e consultor em Marketing Digital e mídias sociais, lança o eBook “Guia Prático de Marketing na Internet para Pequenas Empresas”. O material poderá ser distribuído e usado gratuitamente e está disponível no site de Torres nas versões em PDF e HTML.


Brazil Promotion aposta em interatividade com blogs

O maior evento de marketing promocional do País, Brazil Promotion, se mantém alinhado aos novos tempos e investe na interatividade e no crescimento dos blogs voltados ao setor. Esse nicho de formadores de opinião contará, dentro da feira, com o Espaço dos Blogs e Mídias Sociais. Será uma área de 54m2 reservada para o público interessado em publicar, em tempo real, suas impressões sobre o evento. O local terá uma infraestrutura completa com computadores e wi-fi.

A ideia central do Espaço dos Blogs e Mídias Sociais é proporcionar o encontro dos visitantes com seus blogueiros favoritos. Um dos objetivos é criar sinergia entre eles e incentivar um número cada vez maior de pessoas a se comunicarem e expressarem suas opiniões por meio dos diferentes meios de comunicação digital existentes.

A importância de um espaço destinado a esse público revela a sintonia da Forma Editora, empresa organizadora do Brazil Promotion, com as mídias sociais. O público passou a escolher os meios de comunicação com os quais se identifica, não importando se pertencem a grandes empresas ou não. A equipe da Forma Editora estará no espaço postando em período integral no twitter do evento.

Para participar da feira, os blogueiros podem se cadastrar pelo telefone (11) 3026-3600 com Stella ou por e-mail: stella@freeshop.com.br.

Promova coordena ações táticas da Vivo em MG

A recém-inaugurada filial da Promova Marketing & Criatividade em Belo Horizonte coordenou ações de PDV em várias cidades de MG.
Com o objetivo de incrementar vendas de chips no varejo, a ação aconteceu em 184 PDV’s de 35 cidades mineiras, nas redes de lojas Magazine Luiza, Ponto Frio, Casas Bahia, Pernambucanas, Eletrosom, Eletrozema, C&A, Lojas Cem e Carrefour.


Locutores, carro de som, promotores e decoração de PDV’s foram usados na ação, que aconteceu durante todo o mês de junho.

Primo com ação promocional em lojas de conveniência

A bebida láctea Primo fez uma ação promocional em lojas de conveniência na Nova Zelândia usando o conceito “take a moment and chill”, que diz que depois de um dia agitado você deve tomar um momento para relaxar.

Duas geladeiras postas lado a lado continham bebidas calóricas em uma e as bebidas de baixa caloria da marca na outra. Os clientes da loja, desavisados, ao abrirem a geladeira “errada” eram surpreendidos com uma música agitada, luzes piscantes e pessoas dançando frenéticamente. Por outro lado, ao abrir a geladeira de Primo, uma música suave tocava e os bailarinos dançavam tranquilamente.


Construtora brasileira cria maior realidade aumentada do mundo

Para o lançamento de um novo edifício comercial em Vitória-ES, a construtora Rossi criou o maior código de realidade aumentada do mundo. Através de uma tela eletrônica do alto de um helicóptero, seus clientes podem ver o prédio tridimensionalmente no local antes mesmo de ele começar a ser construído. Os juízes do Guiness Book o reconheceram como recorde mundial nessa quarta-feira, dia 30 de junho.




As ações promo em Campos do Jordão


Considerada como a região favorita para marcas ativarem novos lançamentos, Campos do Jordão segue com a sua temporada de inverno 2010. Por isso Promoview foi até a Serra da Mantiqueira conferir e traz aos seus leitores as ações promocionais do momento. Além de constatar muito pouco em novidades promocionais, nossa equipe percebeu que a temporada não tem o vigor de anos anteriores. Mesmo assim, a concentração promocional é acima da média.



A Nestlé é a marca com maior destaque na temporada. Além de um espaço com multi atividades no Market Plaza, assina o Boulevard Campos do Jordão, espaço a céu aberto com diversas ações promocionais que podem ser vistas aqui.
A praça central de Capivari é o principal espaço cultural da região, onde acontecem os espetáculos do Festival de Inverno de Campos do Jordão que neste final de semana recebeu a Osesp, Orquestra Sinfônica de SP. Pelo sexto ano o Bradesco Prime é o patrocinador do evento utilizando a Lei Rouanet.


A partir da praça central, para qualquer direção que o turista escolher, encontrará uma ação promocional.
O Market Plaza é cenário para diversas ações promocionais em espaços cuidadosamente projetados para relacionamento, degustação e apresentação de produtos.


A Vivo assina o Estação de Inverno, com diversos espaços de gastronomia, shows e compras.


Neste final de semana (17 e 18/07), o Market Plaza, tradicional empreendimento da Doria Associados foi palco do Passeio de cães. A Purina distribuiu muitos brindes e proporcionou entretenimento para os cães e seus donos com as tradicionais premiações.

A que anunciou o cão mais parecido com o dono e vice-versa intrigou os participantes e revelou-se numa brincadeira do Programa Pânico na TV, já que o prêmio foi entregue ao apresentador Charles Henriquepédia.


Outro espaço que recebe grande presença de turistas é o Espaço Cultural Veja São Paulo, realizado pelo oitavo ano consecutivo com uma série de ações de marketing promocional e, o mais importante, todas as atrações são gratuitas. Veja as ações aqui.


O grande número de ações movimenta as agências de marketig promocional paulista que trabalham meses no planejamento das ações e contratação de recepcionistas e promotoras que embelezam e dão vida às atividades.


Juliana Borges e Noelle Andressa da Alquimia recebem convidados no espaço VW
A temporada de inverno de Campos do Jordão acontece oficialmente até 18/08, e o Festival Internacional até o dia 1º/08. Esta cobertura foi realizada com imagens exclusivas de Herman Dicker da Personal Press.

Diesel com “Facebook analógico”

A Diesel continua com a campanha de marketing “be stupid” e a ação da vez foi criar um evento num estilo bem “hiponga” chamado Facepark. A idéia é retomar o contato com a natureza, com as pessoas, aquela coisa toda, só que com um um papelão pendurado no pescoço, imitando um perfil de Facebook. Eles chamaram isso de “Facebook analógico”. Confira no vídeo abaixo.

Cubo da HBO ganhou prata em Cannes

A HBO instalou grandes cubos nas cidades de Nova York, Washington D.C. e Philadelphia, onde se exibiam 2 diferentes filmes. Em cada lado do cubo, se podia ver o filme passando em um ângulo diferente, e só vendo de todos os ângulos podia-se saber a real história. A campanha ganhou prata em Cannes.


Regulamentação do Marketing de Incentivo é vetada por Lula

O Presidente Lula vetou integralmente o Projeto de Lei que visava a regulamentação do Marketing de Incentivo no Brasil. O motivo alegado é que a proposta implica em renúncia de receita tributária sem que haja indicação do benefício. Contribuíram, principalmente, para o veto os pareceres do Ministérios do Trabalho e Emprego e da Fazenda.

A mensagem de Lula enviada ao Senado diz que “Da forma como está redigido, o projeto de lei permite o pagamento de remuneração indireta, que poderá ser suprimida ou reduzida a qualquer momento, sem negociação com os trabalhadores. O prêmio por desempenho proposto não refletirá em horas-extras, FGTS ou em qualquer outra parcela devida ao empregado, além de não integrar o salário de contribuição e não beneficiar a aposentadoria, fragilizando os direitos do trabalhador sem garantia de aumento dos ganhos globais”.

O veto, entretanto, pode ser revertido. Sem a sanção presidencial, o Congresso avaliaria e votaria novamente o Projeto de Lei 6746/06 que dispõem sobre os aspectos trabalhista, previdenciário e tributário das quantias espontaneamente pagas pelas empresas a seus empregados a título de prêmio por desempenho. A possibilidade de haver uma reunião entre Deputados e Senadores para derrubar o veto, no entanto, é remota. “Não há tradição de vetos na casa, além dos que estão há mais de quatro anos esperando para ser votado”, aponta o ex-governador do Rio Grande do Sul e membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República, Germano Rigotto, que acompanhou os últimos dois anos de tramitação da proposta.

Surpresa e resignação
Rigotto se disse surpreso com o veto, uma vez que o projeto foi aprovado por unanimidade na Câmera e no Senado. “Não existe renúncia fiscal nenhuma”, ressalta em entrevista ao Mundo do Marketing. “O Incentivo é regulamentado em vários países e não ter uma lei no Brasil só deixa de gerar mais emprego e mais impostos para o país. O incentivo é uma ferramenta utilizada no mundo todo para melhorar a produtividade e a solução que temos agora é transformar o projeto em medida provisória, mas para isso precisará ser feito um novo trabalho”, argumenta.

Grande parte do mercado dava como certa a regulamentação do Marketing de Incentivo, trabalhada há quatro anos por um Comitê de agências na Associação de Marketing Promocional (Ampro). “Estamos surpresos com o veto”, afirma Elza Tsumori, Presidente do Conselho da Ampro. O comitê de incentivo se reuniu nesta quarta-feira para discutir quais ações desenvolver a partir de agora, mas o sentimento de resignação fez com que não houvesse um comunicado sobre qualquer ação até o momento.

Ver o projeto se transformar em lei era o sonho de muitos. Havia agências com produtos prontos para serem vendidos e até quem pensava em comprar carteiras de clientes para ativação de produtos. A expectativa era de que o segmento, que já movimenta R$ 7 bilhões, dobrasse de tamanho em pouco tempo. “O que vai acontecer agora é um crescimento vegetativo e a competitividade aumentará”, afirma o Diretor-Geral da Accentiv'Mimética, Sergio Marcondes. “Não tivemos a boa notícia que todos esperavam, então agora vamos trabalhar para oferecer as melhores soluções para o mercado que sempre existiu e vai continuar existindo”, completa.

Somente nos Estados Unidos, o Marketing de Incentivo movimenta US$ 127 bilhões, segundo estudo da Incentive Federation. “Pela legislação atual brasileira e pelos pareceres que temos, o Marketing de Incentivo é legal desde que seja uma eventualidade e faça parte de uma campanha para motivar”, aponta o advogado Ricardo Albregard, membro do Comitê de Incentivo da Ampro, em entrevista ao Mundo do Marketing. Conheça a seguir a história completa de como o Incentivo entrou em discussão nacional.

O Marketing morreu, afirma Kevin Roberts

O Marketing como conhecemos está morto. Pelo menos é o que afirma Kevin Roberts, CEO Global da agência de publicidade Saatchi&Saatchi. O autor do best-seller Lovemarks, no entanto, reconhece que o Marketing de Massa ainda sobrevive. O problema é que ele vive em um ambiente que não existe mais. É o que Roberts chama de “Vuca”, um mundo volátil, incerto, complexo e ambíguo. E vai além: não é um mundo para estratégias tradicionais. O publicitário propõe ainda a retirada da missão e da visão da parede das empresas. No lugar, elas precisam ter um sonho que engaje as pessoas.

Nem tudo isso chega a ser tão subversivo para Kevin Roberts. Afinal, quando foi CEO da Pepsi no Canadá, ele simplesmente metralhou – literalmente – uma vending machine da Coca-Cola ao final de uma convenção de vendas onde o foco era a concorrência com a marca mais valiosa do mundo. Agora, o publicitário inspira os profissionais de Marketing a saírem de seus escritórios, deixarem de ver e-mails, de ler pesquisas e passarem a conhecer os sentimentos de seus consumidores para transformar suas marcas em “Lovemarks”, ou marcas amadas.

Para isso, o Departamento de Marketing deve se transformar em um o Departamento de Movimento. Um movimento para a marca. “Tem que fazer com que as pessoas se mexam pelo raciocínio emocional”, afirma Kevin Roberts, durante seminário realizado pela HSM, no dia 10/06 em São Paulo. “O que importa é como as pessoas se sentem. É o sentimento que move as pessoas”, aponta.

Emoção = Ação = Envolvimento

A empresa que focar no sentimento do consumidor poderá ter vantagem. “Os seus concorrentes estão pensando com a cabeça. Siga a intuição. Pense e ouça com o coração”, recomenda. “O Marketing não é mais movido por mídia, de um para muitos, mas de muitos para muitos. Distração não funciona mais. As pessoas querem interação”, salienta. Mas como colocar a marca no coração do consumidor?

A Ikea respondeu colocando sofás no metrô na Europa e a Netflix fez o que Roberts chama de surpreender com o óbvio: ao invés do cliente ir buscar o filme na locadora, a locadora entrega em sua casa. “Perdemos muito tempo fazendo coisas burocráticas e não assumimos riscos. O orçamento não deixa você alçar novos voos porque está preso aos números do ano passado”, ressalta.

Consequência do Marketing, as marcas também estão mortas na opinião de Roberts. “As marcas estão mortas porque se comoditizaram. Elas morreram porque fazem as mesmas coisas”, explica. “Abram mão de controlar a marca. Uma lovemark não é da empresa. É do consumidor”. A mudança também deve acontecer na mensuração dos resultados. Neste caso, sai de cena o Retorno sobre o Investimento e entra o Retorno sobre o Envolvimento dos Consumidores.

Uma lovemark cria lealdade para além da razão. “Você pode substituir o seu iPod por qualquer outro MP3, mas não quer, quer? Olhe para a embalagem de seu produto e se pergunte se ele é irresistível. O consumidor quer novas soluções e inovações. E isso não se torna real por meio de estatística, mas por loucos que acreditam nas marcas ao ponto de tatuá-las em seu corpo”, assegura o publicitário.

Por isso, a empresa e a marca devem ter uma inspiração. “As pessoas não querem metas, elas querem trabalhar por um sonho, algo que as mova. Você não vai vencer o concorrente fazendo o Marketing tradicional. É preciso ter ideias loucas. Temos que ter uma cultura que inspire a transformação. Não há limites para o que você pode fazer”, aponta Kevin Roberts.

Promo Trends o evento de marketing promocional com Marcelo Velloso.


Continuando a matéria sobre o Promo Trends, evento de marketing promocional que antecipa tendências da área que aconteceu dia 12/05 no Estação Convention Center em Curitiba.

 Para quem não viu a primeira parte da matéria acesse AQUI.

O eventp teve a participação de Alexandre Godoy ( Mazah Live Marketing) em que falamos na última matéria e Marcelo Velloso (Diretor de Marketing do HSBC) que falaremos agora.



A abertura do evento foi feita pelo ícone do marketing promocional Julio Feijó Neto (Diretor da JF Promo, promoview.com.br, conselheiro da AMPRO e fundador do Capitulo da AMPRO PR/SC), após teve a apresentação de Alexandre Godoy, intervalo, apresentação de Marcelo Veloso, debate entre Alexandre Godoy e Marcelo Velloso com intermediação de Leila Toledo Martinho (Empresária do segmento de franchising na cidade do Rio de Janeiro) com perguntas abertas ao público.

Marcelo Velloso dividiu sua apresentação em 3 etapas: Posicionar, Promover e Divulgar mostrando uma campanha em cada etapa. Vamos aos cases:

Posicionar – Palco HSBC

Solução: criar espaços em que as pessoas possam expressar suas opiniões sobre diversos temas como respeito, tecnologia, beleza, casamento, honestidade dentre outros. A ação foi em 9 cidades.

Resultado: no Youtube foram 765 vídeos postados por pessoas que filmavam a ação delas mesmas e dos outros, somando mais de 36 mil visualizações. No Flickr foram 20 grupos com 629 membros e 1.660 fotos. Em Blog’s foram 29.623 interações.

Risco1: houve o esquecimento de incluir no regulamento que no Flickr as fotos vencedoras seriam compradas e isso causou imensa movimentação dos participantes que estavam indignados pelo fato do HSBC não pagar nada pelo trabalho. O HSBC entrou em contato informando que os ganhadores teriam suas fotos compradas pelo HSBC e isso fez com que houvesse ainda mais movimentação na internet, porém desta vez de uma forma positiva.

Risco 2: poderiam acabar subindo ao palco mendigos, bêbados e afins, porém isso não aconteceu.



Promover – Desafio HSBC Premier

Solução: idéia promocional que virou filme. A ação foi em 6 países da América Latina. Um jogo: encontrar a família de um viajante, promover pistas em redes sociais.

Resultado: foram 26 mil cadastros em 40 dias de campanha, mas de 10 mil visitas por dia, mais de 380 mil acessos ao site; 20% dos participantes eram clientes do banco, mas 80% não, destes, 41% tinham perfil Premier. Nas redes sociais foram mais de 700 citações espontâneas com 9.600 amigos em comunidades.






Divulgar – Natal HSBC

Divulgar em um ambiente digital e inovar o tradicional Natal do HSBC (Palácio Avenida).

Solução: Vídeo interativo no Youtube, vitrine na rua e projeção no Palácio Avenida.

Resultado: Foram mais de 100 mil acessos no Youtube, Blog’s, Twitter, Redes Sociais e 12 mil pessoas interagiram com a vitrine.

Lição: Se você tem uma idéia genial não desista dela, pense que ela pode ser adaptada ao seu planejamento e você não deixa de ser pioneiro na criação, como exemplo tem a idéia da projeção no Palácio Avenida que inicialmente não seria interessante porque o planejamento da apresentação do Coral já estava montado, então, adaptaram a idéia para uma apresentação inicial contando a história do HSBC.



Finalizando a apresentação Marcelo comentou que “não existe on line sem off line, precisa-se ter gente, precisa de Buzz, em breve acabará se chamando mídia all line”.